PLANO DE BOA ALIMENTAÇÃO – Saúde Independente de seu plano

PLANO DE BOA ALIMENTAÇÃO

PLANO DE BOA ALIMENTAÇÃO – Saúde Independente de seu plano.

Fato: Comida de uma pessoa pode ser um veneno para outra pessoa.

Do mesmo modo que diferimos enormemente com relação a nossa aparência física, também processamos alimentos e utilizamos os nutrientes de forma diferente.

Por isso, quando você se alimentar leve em consideração o seu tipo nutricional.

Você vai resolver a maioria dos problemas que te aflige e conseguir uma ótima saúde, além de diminuir suas medidas.

As vezes, tratar um problema de saúde considerando somente os sintomas pode lhe trazer um alívio temporário.
Infelizmente, seus problemas nunca irão embora. Eles simplesmente mudam para outras partes do seu corpo, ou logo retornam.

Porém, quando você resolve o seu tipo nutricional – suas necessidades bioquímicas únicas, que são baseados em sua genética específica – os seus problemas de saúde são tratados, e você, muito provavelmente, conseguirá uma solução permanente para recuperar a sua saúde e disposição para se exercitar.

Não há curas milagrosas, apenas ferramentas para ajudá-lo a compreender o seu corpo e alcançar uma ótima saúde.
Uma das razões pelas quais eu compartilho as informações sobre alimentação saudável, exercício e gestão do stress neste site, é porque desejo ajudar você a tomar o controle de sua saúde.

Ouça o seu corpo! Você pode confiar nele para lhe proporcionar uma melhor indicação do que é bom para você.

O primeiro passo para a Saúde – Avalie Quatro fatores

Há quatro medidores clinicamente comprovados de saúde que você pode usar para determinar o seu próprio nível de saúde. Eles são:

  • Os níveis de insulina
  • Peso
  • Pressão sanguínea
  • Colesterol

Esses quatro fatores são os seus sinais no caminho ao bem-estar.

Você pode usar esses indicadores de saúde comprovados para monitorar seu sucesso no plano de boa alimentação.

Fator # 1 – Seu níveis de insulina e leptina

Insulina

Quando o organismo necessita de energia extra e há um elevado nível de açúcar no sangue, a insulina é liberada na corrente sanguínea.

Uma pequena parte é estocada como glicogênio, mas a reserva energética principal é feita como gordura.

Leptina

A leptina informa ao seu cérebro quando comer, quanto comer, e principalmente quando parar de comer.

Além disso, a leptina também diz ao cérebro o que fazer com a energia que gera, e é responsável pela eficiência da sensibilidade à insulina.

Qualquer refeição ou lanche rico em carboidratos de grãos e açúcar, normalmente gera um rápido aumento da glicose no sangue.

O corpo percebe isso e libera insulina em quantidades altas para recolher todo esse açúcar que não será usado no momento e estocá-lo como gordura!

No entanto, se você consumir uma dieta consistentemente rica em açúcar e grãos, ao longo do tempo o seu corpo torna-se sensibilizado para insulina.

Eventualmente, você se torna resistente à insulina e leptina.

Para agravar o problema, quando os níveis de insulina e leptina aumentam devido a um excesso de carboidratos, eles enviam uma mensagem de seu corpo hormonal dizendo a ele para armazenar gordura.

Portanto, não só o excesso de carboidrato faz com que você tenha excesso de peso, como ele vai dificultar eficazmente os seus esforços de perda de peso também.

O exercício traz uma contribuição enorme para melhorar a sensibilidade dos receptores da insulina e leptina, bem como para ajudar a normalizar o nível de insulina muito mais rapidamente.

Dormir não é apenas uma necessidade de descanso mental e físico. A leptina, hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade, também é secretada durante o sono.

Pessoas que permanecem acordadas por períodos superiores ao recomendado, produzem menores quantidades de leptina. Como resultado, o corpo sente necessidade de ingerir maiores quantidades de carboidratos.

Probióticos

Diversos estudos têm mostrado que a flora intestinal de indivíduos obesos é diferente da de indivíduos magros.
Quanto melhor for a sua flora intestinal, melhor é a sua imunidade e melhor o seu corpo funcionará.

Bons níveis de vitamina D

A vitamina D influencia pelo menos 3 mil dos 30 mil genes do corpo humano,  o que faz com que a falta dela esteja diretamente envolvida na manifestação de doenças como o câncer, o autismo, a doença cardíaca, artrite reumatoide, entre muitas outras.

Fator # 2 – O seu peso e Tamanho da cintura

O Ministério da Saúde divulgou uma pesquisa que revela que quase metade da população brasileira está acima do peso, e o resto do mundo não está muito atrás. É comum que muitas pessoas neguem este excesso.

Um método simples e eficaz para descobrir se você tem um problema de peso, é medir com uma fita métrica a distância em torno da menor área abaixo da caixa torácica e acima do umbigo.

O tamanho da cintura dá uma boa indicação da quantidade de gordura que você está carregando, particularmente em torno da área do estômago.

Essa gordura abdominal é considerada um importante fator de risco para doenças cardiovasculares, tais como doença cardíaca coronariana e acidente vascular cerebral, além de ser também um poderoso indicador de sensibilidade à insulina.

Se você não tem certeza se tem uma circunferência de cintura que indique boa saúde, uma referência geral seria:

  • Para os homens 102 cm
  • Para as mulheres 88 cm

Muita gordura corporal também está ligada a problemas crônicos de saúde, como pressão arterial alta, colesterol elevado, doenças cardíacas, diabetes e câncer.

Diminuindo 10% do peso corporal, quase 30% da gordura abdominal vai embora de carona.

Muito pouca gordura corporal também é problemática e pode fazer o seu corpo entrar em um estado catabólico, onde proteína muscular passa a ser usada como combustível.

Para onde devemos voltar nossa atenção?

  • A qualidade e o equilíbrio da alimentação são mais importantes do que apenas o número de calorias que ela apresenta.
  • Perder uns quilinhos a mais e ficar de olho na circunferência da sua cintura.
  • Manter-se em movimento. O exercício pode ajudar a reduzir sua circunferência da cintura.
  • Estacionar mais longe do seu destino e andar o resto do caminho, tomar as escadas em vez do elevador e ficar andando enquanto fala ao telefone.
  • Caminhada rápida ajuda também.
  • Evite produtos que incentivem a deposição de gordura na barriga, incluindo gorduras trans (óleos vegetais hidrogenados) e alimentos adoçados com frutose e bebidas. Níveis mais elevados de hormônio do estresse -cortisol – foram associados com um acúmulo de gordura na barriga, mesmo em mulheres magras.

Fator # 3 – A pressão arterial ideal – 120×80

A pressão arterial elevada é muitas vezes referida como um assassino silencioso.

Idealmente a sua pressão arterial deve ser de cerca 120×80, sem medicação.

Embora os níveis elevados de insulina são uma das contribuições mais potentes para a pressão arterial elevada, também é comum que o estresse, tensão ou ansiedade contribuam para este problema.

Depois de começar um plano de alimentação saudável e segui-la por vários meses, se você não notar uma melhora em sua pressão arterial, você precisa procurar um profissional de saúde para ajuda-la no alívio do estresse (Yoga por exemplo).

Um nível elevado de triglicerídeos cai em resposta a um programa de baixo carboidrato.

Faça pelo menos 30 minutos de exercício cinco vezes por semana, como caminhar, dançar, andar de bicicleta ou nadar. Se você não está acostumada, não comece muito rapidamente.

Mesmo que você não queira sair de casa, sem ocupar nenhum espaço ou necessitar de equipamentos, ainda assim é possível adotar um sistema que ter permita conseguir resultados sólidos com seções curtas de exercícios dirigidos.

Leia os rótulos dos alimentos quando os está comprando, para ajudar você a comprar alimentos mais saudáveis.

Muitos alimentos – incluindo cereais matinais, pão e sopa – contêm sal adicionado. Evite-os.

A obesidade aumenta o risco de pressão alta, por isso é importante ter um peso saudável.

Limite a ingestão de álcool.

Fator # 4 – Colesterol

O colesterol é encontrado em sua corrente sanguínea e em cada célula do seu corpo, onde ele ajuda a produzir membranas celulares, vitamina D e ácidos biliares. melhora a função neurológica e a formação de suas memórias.
Seu fígado produz cerca de 75% de colesterol do seu corpo.

Não se pode fazer, por exemplo, testosterona, estrogênio, cortisona, e outros hormônios vitais sem colesterol. Então, todos nós necessitamos do colesterol.

Você provavelmente está entre as milhões de pessoas em todo o mundo, que já reduziu a ingestão de gordura ou eliminou gordura da sua dieta, porque o seu médico e todas aquelas propagandas tinham convencido da relação do colesterol com doenças cardíacas.

Medicações trabalham inibindo uma enzima necessária para produzir colesterol em seu fígado para baixar o nível desse colesterol.

No entanto, estas drogas estatinas também prejudicam funções bioquímicas importantes em seu corpo, como, por exemplo, esgotar o fornecimento da coenzima CoQ10, muito benéfica para a saúde do coração e a função muscular.

Portanto reponha CoQ10 através de suplemento.

Como baixar o colesterol naturalmente

Consuma Omega3 e prefira o de óleo de krill – Pesquisas sugerem que menos de 500 mg/dia de Omega3 podem reduzir o colesterol total e triglicerideos e aumentar o seu colesterol HDL(o bom).

Reduza grãos e açúcares em sua dieta diária – É especialmente importante para eliminar açúcares perigosos.

Consuma preferencialmente azeite, azeitona, coco e óleo de coco, produtos lácteos, incluindo manteiga, nata, creme de leite, queijo, abacates, nozes, sementes, produtos orgânicos (se possível).

Faça exercícios, especialmente do tipo alta intensidade – Quando você se exercita, você aumenta a sua circulação e o fluxo de sangue por todo o corpo.

Os componentes de seu sistema imunológico também são melhor distribuídos, o que significa que o seu sistema imunológico tem uma melhor chance de lutar contra uma doença antes que ele tenha a oportunidade de se espalhar.

Fonte:

http://www.cerebromente.org.br/n16/opiniao/dormir-bem1.html

http://www.endocrino.org.br/numeros-da-obesidade-no-brasil

http://www.lowcarb-paleo.com.br/2012/06/colesterol-i.html

http://www.lowcarb-paleo.com.br/2013/02/colesterol-iv.html

 

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